NASA/JPL

O que os raios cósmicos revelaram na heliopausa

O Cosmic Ray Subsystem (CRS) contou partículas energéticas nas duas travessias. As medições revelam uma mudança no ambiente, não uma parede física.

Gráfico da NASA das partículas nas travessias da heliopausa pelas Voyager 1 e 2
NASA/JPL-Caltech, PIA22916. A Voyager 1 cruzou em 2012 e a Voyager 2 em 2018.
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Dois grupos de partículas

Os raios cósmicos galácticos de alta energia vêm de fora da heliosfera. As partículas de menor energia no gráfico vêm de dentro dela. O CRS conta impactos; essa taxa não mede diretamente a distância.

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O que muda na fronteira

Nas duas travessias, os raios cósmicos galácticos aumentam e as partículas heliosféricas diminuem. A Voyager 1 registrou isso em 2012 e a Voyager 2 em 2018. Os detalhes diferem devido ao local e à época.

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Como ler as evidências

O gráfico mostra medições históricas, não as contagens de hoje. Junto com dados de plasma e campo magnético, elas ajudaram a identificar a heliopausa. Trata-se de uma região variável, sem superfície sólida.